Há alguns dias sofri uma derrota profissional, perdi uma oportunidade de emprego.
Andando no centro, pensando nisso, não deixei me abater e comecei a ver o lado bom de não ter emprego fixo.
Tempo livre, para escrever projetos, roteiros, fazer filmes, olhar o mundo com carinho e paciência.
Liso, tinha 50 reais que ganhei vendendo minhas impressoras no centro.
Por lá caminhava, e sabendo que não tinha compromissos mais tarde, andei devagar empurrando a Bike, para que pedalar no centro congestionado?
Passei pela praça amontoada de pessoas, dita perigosa em Fortaleza, olhei as cores, os gestos, a nossa cultura, olhei uma monte com materiais eletrônicos velhos e sujos amontoados um por cima dos outros, encontrei várias câmeras antigas, entre elas duas que a muito queria.

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