Assis.
Alguém achou que eu valia uma foto. Eu e minha companhia de cerveja.
terça-feira, 24 de junho de 2014
domingo, 22 de junho de 2014
Dose diária 22 06 14 - 2
Não gostei tanto dos quadros. Mas gostei da boca, pesei como seria beijar ela.
Pensei também como isso da um bom filme.
A artista plástica Natalie Irish provou que, a partir deste gesto tão simples e ao mesmo tempo tão significativo, é possível construir mais do que relações, mas também um tipo arte de arte inovadora, carregada de sensibilidade e
carinho.
carinho.
Tratam-se de telas pintadas com beijos, em que a americana utiliza os lábios como ferramenta de pintura, ao invés do pincel. E no lugar da tinta, diferentes cores de batom.
Dona de uma impressionante suavidade estética e uma técnica impecável, Natalie inspirou-se no pontilhismo e conta que a ideia surgiu enquanto se maquiava para sair, acreditando que poderia utilizar os os lábios como impressões digitais.
Famosos em diversos países, os live paintings da ‘artista do beijo’ costumam atrair um grande número de espectadores. Marilyn Monroe, Elvis Presley e John Wayne, fazem parte das personalidades que compõem o seu portfólio.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Dose diária 19 06 2014
Se alguém já passou por isso me explica, sentimento estranho, a um ano sei que estou a um passo de algo que vai mudar minha vida, a um ano sei que vou passar três anos (no mínimo) longe de onde morei quase toda minha vida. A um ano estou de despedida da cidade que mais amei (e portanto que mais me fez feliz, e triste, e com raiva...) a um ano que sinto a cidade passando em meus olhos, muitas vezes é isso mesmo, como uma tela, não conseguindo participar de seus encantos.
Amigos Alencarinos, que sentimento é esse? que já deixo me impregnar e me levar. Fortaleza faz parte de mim, mas a um ano, estou perdendo algo que me prendia a ti. Condenado a liberdade, te amo mais, calmamente te amo, e menos normal sou em ti minha cidade, menos normal consigo ser. Sou Raimundo Varão poeta esquecido amado e odiado fantasma que vive na Ponte Metalica, Mario Gomes dono tranquilo dos espaços culturais de fortaleza, Otacilio Azevedo que vive nas memórias de uma fortaleza descalça, Manoel Jacaré eterno preso de um mar verde que olhar ainda descansa e serve de paisagem para os namorados da ponte dos ingleses, sou o Estoril vivo e morto que serve de palco para algumas de minhas memórias, sou o 90, sou as ruas do centro vazias andando bebo de bicicleta madrugada a dentro, sou o bar do assis que sento com meu livro para escutar chorinho, sou o livro esquecido de Jose Alcides Pinto e perdido atrás de uma estante no sebo do Geraldo em que um rato rói... sou uma Pintura de Chico da Silva encontrada em uma oficina mecânica, sou o mesmo disco visto por uma pessoa antes ou depois de tomar um acido, sou as dunas que resistem na Sabiaguaba de onde se sobe e vê se o rio a mata e a cidade na mesma perspectiva. Sou aquele que fica no Gato Preto, calado, observando, vendo todas essas historias passar por entre as portas daquele estabelecimento.
Sou um pouco de todas as minhas memórias aqui vividas, mas sou o que escolho ser, minha existência precede minha essência.
Sou quem vai embora, apartado, junto, unido, sou um poeta de imagens um artista que está perto de sua maior jornada: utopia.
Amigos Alencarinos, que sentimento é esse? que já deixo me impregnar e me levar. Fortaleza faz parte de mim, mas a um ano, estou perdendo algo que me prendia a ti. Condenado a liberdade, te amo mais, calmamente te amo, e menos normal sou em ti minha cidade, menos normal consigo ser. Sou Raimundo Varão poeta esquecido amado e odiado fantasma que vive na Ponte Metalica, Mario Gomes dono tranquilo dos espaços culturais de fortaleza, Otacilio Azevedo que vive nas memórias de uma fortaleza descalça, Manoel Jacaré eterno preso de um mar verde que olhar ainda descansa e serve de paisagem para os namorados da ponte dos ingleses, sou o Estoril vivo e morto que serve de palco para algumas de minhas memórias, sou o 90, sou as ruas do centro vazias andando bebo de bicicleta madrugada a dentro, sou o bar do assis que sento com meu livro para escutar chorinho, sou o livro esquecido de Jose Alcides Pinto e perdido atrás de uma estante no sebo do Geraldo em que um rato rói... sou uma Pintura de Chico da Silva encontrada em uma oficina mecânica, sou o mesmo disco visto por uma pessoa antes ou depois de tomar um acido, sou as dunas que resistem na Sabiaguaba de onde se sobe e vê se o rio a mata e a cidade na mesma perspectiva. Sou aquele que fica no Gato Preto, calado, observando, vendo todas essas historias passar por entre as portas daquele estabelecimento.
Sou um pouco de todas as minhas memórias aqui vividas, mas sou o que escolho ser, minha existência precede minha essência.
Sou quem vai embora, apartado, junto, unido, sou um poeta de imagens um artista que está perto de sua maior jornada: utopia.
sábado, 14 de junho de 2014
Dose diária 15 06 2014
Tomei banho de chuva em Fortaleza.... um item a menos das coisas há resolver.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Dose diária 11 06 2014
... certa melancolia se emprega em mim, e eu deixo... sem vontade de lutar em fortaleza...
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Dose diária 06 06 2014
Aquela hora em que a tentativa de ser normal me deixa mais estranho.
Assim me sinto em Fortaleza.
Assim me sinto em Fortaleza.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
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