sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Dose diária 31 01 2014
Tão cansado, Fortaleza me fazendo querer dormir, deitar, olhar para cima... Meio cansado de amar de mais, cansado porque ela me amou e depois me deixou. Cansado de Fortaleza, pensando em estar longe com saudade dela.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
Dose diária 26 01 2014
E existe algo mais extensão(visível) de você mesmo que sua casa? as vezes é como entrar em você mesmo, sem intermédios carnais/sexuais para isso.
sábado, 25 de janeiro de 2014
Dose diária 25 01 2014 - 3
ESCRITOS DE UMA MESA DE BAR - BAR DO ASSIS-BENFICA-DIA DE TERÇA DE CHORINHO:
O Poeta dormia todo dia as 7:00 da noite, ignorando a boêmia.
Fechou parte do gosto que tinha. Fechou os olhos para a boca dela, e a melhor maneira de não abrir, era não bebendo.
Não beijar o copo de cerveja.
Era noite. O tempo parecia parado naquela rua. So as poucas luzes acesas da casa indicava vida.
E como um fantasma que se tornara se apresentava sentado em sua esquina.
Este é meu personagem.
Um samba perdido no meio da noite. Um pedaço de papel escrito no bar.
Há alguns dias perdera seu amor, ou não perdeu, este se desgastou em seu peito, ficou sem saber para onde fluir, ou se fluia. Foi so uma conversa que começou pelo banal de sempre.
- Tu já viu ciencia sem matematica?
- Não sei... acho que sim...
- To dizendo ciencia! ciência! - falou exclamando...
- Até para entender as bactérias precisa de matemática.
- E o amor? a filosofia?
- Nem um nem outro é ciência...
A continuação daquele momento foi em silencio. Com goles de cerveja que não deixavam encontrar os olhares.
A conta paga parecia encerrar qualquer negocio entre eles.
Os próximos dias seriam assim. Em frente a sua casa. Vendo o mundo possuir seus olhos e não participando dele.
O pequeno universo que sua cadeira posta em frente de casa o possibilitava ver.
O Poeta dormia todo dia as 7:00 da noite, ignorando a boêmia.
Fechou parte do gosto que tinha. Fechou os olhos para a boca dela, e a melhor maneira de não abrir, era não bebendo.
Não beijar o copo de cerveja.
Era noite. O tempo parecia parado naquela rua. So as poucas luzes acesas da casa indicava vida.
E como um fantasma que se tornara se apresentava sentado em sua esquina.
Este é meu personagem.
Um samba perdido no meio da noite. Um pedaço de papel escrito no bar.
Há alguns dias perdera seu amor, ou não perdeu, este se desgastou em seu peito, ficou sem saber para onde fluir, ou se fluia. Foi so uma conversa que começou pelo banal de sempre.
- Tu já viu ciencia sem matematica?
- Não sei... acho que sim...
- To dizendo ciencia! ciência! - falou exclamando...
- Até para entender as bactérias precisa de matemática.
- E o amor? a filosofia?
- Nem um nem outro é ciência...
A continuação daquele momento foi em silencio. Com goles de cerveja que não deixavam encontrar os olhares.
A conta paga parecia encerrar qualquer negocio entre eles.
Os próximos dias seriam assim. Em frente a sua casa. Vendo o mundo possuir seus olhos e não participando dele.
O pequeno universo que sua cadeira posta em frente de casa o possibilitava ver.
Dose diária 25 01 2014 - 2
Pensando que o antigo funciona bem aqui em casa...
Escutando uns vinis, comecei com Belchior (alucinação), depois escutei um compilado de Billy Holliday, passei por Django e não consegui escutar todo, precisava da alma que chora ainda, fui para Miles Davis.
Escutando uns vinis, comecei com Belchior (alucinação), depois escutei um compilado de Billy Holliday, passei por Django e não consegui escutar todo, precisava da alma que chora ainda, fui para Miles Davis.
Dose diária 25 01 2014
Aquela hora que bate vontades de saber noticias de cuba, sua cor, seu som, seu cheiro.
Aquele momento que saber noticias apaga ou acalma o coração para esperar.
Aquele momento que saber noticias apaga ou acalma o coração para esperar.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Dose diária 20 01 2014
Gosto da chuva pela manha, em Fortaleza.
Sempre chove independente do que fazemos. Sempre vem.
Que nem a esperança. Se derrama pelas ruas, em minha vida.
Lavando a cidade para novas possibilidades.
Sempre chove independente do que fazemos. Sempre vem.
Que nem a esperança. Se derrama pelas ruas, em minha vida.
Lavando a cidade para novas possibilidades.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Dose diária 19 01 2014
A linguagem da arte
Chinolope vendia jornais e engraxava sapatos em Havana. Para deixar de
ser pobre, foi-se embora para Nova Iorque.
Lá, alguém deu de presente a ele uma máquina de fotografia. Chinolope
nunca tinha segurado uma câmara nas mãos, mas disseram a ele que era fácil:
— Você olha por aqui e aperta ah.
E ele começou a andar pelas ruas. Tinha andado pouco quando escutou
tiros e se meteu num barbeiro e levantou a câmara e olhou por aqui e apertou ali.
Na barbearia tinham baleado o gângster Joe Anastasia, que estava
fazendo a barba, e aquela foi a primeira foto da vida profissional de Chinolope.
Pagaram uma fortuna por ela. A foto era uma façanha. Chinolope tinha
conseguido fotografar a morte. A morte estava ali: não no morto, nem no matador. Amorte estava na cara do barbeiro que a viu.
O Livro dos abraços de Eduardo Galeano.
sábado, 18 de janeiro de 2014
Dose diária 18 01 2014
Querendo me acostumar com a nova língua:
http://www.youtube.com/watch?v=9R_P_HAhqL8
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Dose diária 15 01 2014
CUBA
ESPANHA
MACEDONIA
SUIÇA
CANADA
BRASIL
Não sei se tenho talento, sei que meus filmes não são maduros, precisam crescer, e uma das formas de isso acontecer é os pondo para análise. Para serem vistos.
Vão nessas cartas todos os meus desejos de um 2014 melhor, de melhorar, ser um profissional.
Um artista.
ESPANHA
MACEDONIA
SUIÇA
CANADA
BRASIL
Não sei se tenho talento, sei que meus filmes não são maduros, precisam crescer, e uma das formas de isso acontecer é os pondo para análise. Para serem vistos.
Vão nessas cartas todos os meus desejos de um 2014 melhor, de melhorar, ser um profissional.
Um artista.
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
sábado, 11 de janeiro de 2014
Dose diária 11 01 2014
Mais uma vez eu fico pelo caminho... cada parte desnecessária minha, se tornando e brotando novas partes, um homem novo.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Dose diária 01 01 2014
O lugar da utopia. Perto. A uma distância menor do que posso contar. 2014. Comece bem.
Hoje, comecei organizando as areias do vasos, transportando a terra de um para os outros, jogando as plantas doentes fora para não contaminar as demais, aproveitando o material orgânico da composteira, refletindo e jogando boas energias para 2014.
Minha losa está branca, pronto para novas escritas, o traço de minha caneta, as teclas digitais de meu not, os barulhos de minha maquina de escrever.
Hoje, comecei organizando as areias do vasos, transportando a terra de um para os outros, jogando as plantas doentes fora para não contaminar as demais, aproveitando o material orgânico da composteira, refletindo e jogando boas energias para 2014.
Minha losa está branca, pronto para novas escritas, o traço de minha caneta, as teclas digitais de meu not, os barulhos de minha maquina de escrever.
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